A Disney ensina você a cuidar-se contra doenças venéreas !!! (sério)

 







Qual seria o último recurso que você esperaria ver no combate às doenças venéreas? Yes, o pai de Mickey e Donald.  Mas, a realidade é mais philosopop do que a ficção já que temos aqui um bizarríssimo desenho da Disney na quald um general micróbio faz um discurso para suas tropas anti-promiscuidade.  Tudo que você precisa saber sobre safe sex (não) está aqui.




Uma tarefa CLÁSSICA : ignore the obvious (BBUK 11)




 Ao redor dos dias 51 e 52, Big Brother colocou em prática uma das tarefas mais surreais que já foi vista em tanto tempo de programa.  Chamava-se IGNORE THE OBVIOUS e era basicamente isso: ignorar todas as coisas óbvias e absurdas que ocorreriam ao redor dos housemates.  Eram permitidas 88 falhas, mas eles não sabiam desse número.  Essa tarefa foi bolada no Big Brother Australia e já foi feita em várias casas.  Entendam o porquê d'eu achar a maioria das tarefas da casa brasileira fracas. Ah, em tempo, os housemates passaram, mas por um fio já que cometeram 86 falhas.


Assim que Andrew estalou os dedos, a tarefa começou
minha parte favorita, talvez
a tarefa continua, a todo momento algo doido
pobre coryn
pobre pobre coryn 
uma parte agradável para alguns
os turistas japoneses

O TRIO ( fragmento 1): a perfeição passa bem perto daqui





Okay, que O Trio: Reality é o melhor reality show dos últimos 12 meses já se tornou um moot point para nós aqui do philosopop! ( de novo, lembrandeo que essa é a opinião da casa, cada um é livre, etc...) Enfim, um reality show de convivência, feito por uma emissora regional, com temática cultural local, sem grandes homogeneização, apenas apropriação de índices e memes adaptados é no mínimo um objeto para discussões bem interessantes, à lá industria da música no Pará.  Se você não pira com uma prova de 'liderança' de resistência que entra na história dos carnavais baianos, e com tanto JOGO claro e explícito, a sua maneira de ver a máquina Big Brother é muito diferente da nossa.  Aqui, amamos jogo, amamos surrealismo, amamos gente diferente.  O Trio: reality acertou em cheio nos três.


James Dean em uma rara aparição na TV (1953)


Um episódio de  "Armstrong Circle Theatre" de 17 Novembro 1953 chamado "The Bells of Cockaigne", com Gene Lockhart, James Dean e Vaughn Taylor.  Além de tudo, temos James (lindo) Dean sem camisa!!


O TRIO ( fragmento 0)

O intelectual Nicholas Johnson não é muito conhecido aqui por essas bandas, mas criou uma das frases mais corretas do kosmos a respeito da TV: "All television is educational television. The question is: what is it teaching?”  ("Toda televisão é educativa.  A pergunta é: o que ela está ensinando?" )

O Philosopop, munido dessa citação como compasso moral, resolveu fazer uma seqüência de posts dedicados ao mais novo sucesso da televisão mundial, que atende pelo ridiculamente óbvio minimalista nome de O Trio: reality.

O post de hoje começa (durrrrrrr) no início: 

O que nos ensina a abertura do programa?


A abertura do programa nos ensina que a Bahia é uma realidade paralela que mereceria estar no mais estranho episódio da primeira temporada de Além da Imaginação. (Se Além da Imaginação tivesse tomado peyote com capeta e guaraná, tivesse colocado um abadá e partido para pular Carnaval na pipoca atrás do Asa no Circuito Barra-Ondina) Nessa existência baiana, as pessoas moram em caminhões e suas fotos são mostradas do lado de fora.  As pessoas  têm três sexos.  Masculino, Feminino, e o frame do meio do videozinho de morph entre Luiz Caldas e Gilmelândia. Por falare em nomes bizarros, os nomes de lá se parecem muito com os nossos, mas podemos ver que não  estamos realmente na nossa dimensão pois, ao final da vinheta, presenciamos o nome Werles. .Na dimensão onde nós habitamos, essa combinação sonora (u-ér-les) jamais ocorreria em situação de fala em condições normais de pressão e temperatura.  Talvez a mãe dele tenha feito promessa, e o nome seja de alguma divindade local...  Por algum motivo, Ana Célia não porta um sobrenome como os demais... Talvez tenha sido promovida a algum status hierárquico superior e não precise mais da alcunha patriarcal...algo como uma Cher, uma Madonna, uma Gretchen.  Aliás, como seria uma versão de Glétssen nesse estranho mundo paralelo? É melhor nem cogitar, porque poderiamos acaber por invocar C'thulluh e, bem,  não teriamos mais realidade paralela, né? ... Então, continuando nosso primeiro encontro com esse modo peculiar de existir, notamos que são todos muito bonitos, até mesmo o híbrido, da sua maneira digamos ....erm.....quer dizer....umh.........única.  Podemos perceber também que todos se mexem muito. E são muito alegres. E sorriem muito. E são alegres. E são simpáticos  E são tão alegres que nem sentem vergonha de ficarem olhando para uma câmera fazendo essas dancinhas e movimentozinhos durante a gravação. As mulheres.....(e Leo Kret)............ fazem questão de mostrar que são donas de seus cabelos, otherwise eu terei que aventar a hipótese de que o que elas fazem é uma dança, o que me recuso a fazer!  Os rapazes...........(e Leo Kret)........... parecem ter uma tendência para apontar pra câmera. ...........Uma outra diferença gritante entre as dimensões é a propensão deles a enviar beijos a esmo.  Todos distribuem beijos. Muitos beijos. .................................................... Deve ser alguma forma peculiar de comunicação.


Essa seqüência de posts (CLARO QUE NÃO SERÁ SÓ ESSE) é totalmente culpa de @marcellyb no twitter...sigam-na!

FÃ-CLUBE ADRIELE

Que Adele, que nada! O mundo belongs to  



ADRIELE

 


thank you so much, @mirton3 !!

O mundo pertence à DARNA !!!

Darna é uma superheroína Filipina. 

Darna é inacreditável.

Who runs the world? DARNA !! 


AMEM DARNA !!!  

agradeçam ao @mrpanta no twitter; a culpa é dele

1956 - Música Pop Alemã.....(oriental)

 Die Nacht ist viel zu schoen

Deliciem-se com a incrível canção de Baerbel Wachholz and Helga Brauer

(creative commons, popular domain) Fernsehen der DDR

 

Quando a Cida invade, ela invade sorrateiramente...

Somehow, "sorrateira" e Cida Moreira não parecem combinar. Mas, quando Cida INVADE, Cida INVADE!


São onze minutos de ouro, mas NADA BATE a INVASÃO de Cida no estúdio.  Imagina, você lá, de boa, curtindo seu trabalhinho, e .... CIDA INVADE .....

Wakka Chikka Wakka Chikka (as remixes)


 Creative Commons license: Attribution-NonCommercial

(atenção, as faixas estão em streaming e só aparecem uma de cada vez, mas vc pode pular até a que vc prefere... limitações do freeware, sorry)


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Take Me Now!
The Love God
Vuluke Khall (Instrumental Version)
Ici la Femme (XXX Mix) Louise Vertigo
It Was A Dream
Hatesex
Suck My Disc
Gloria
Baise et Rebaise Moi
Half An Hour Is For Free
Give Me Anal Pleasure Please
Wooden Shoes In Tirol
Silk And Sweat
Brainwank (Psycho Foo Edit)
The Porn King
Lophophora Williamsii
Whose Fantasy Is This Anyways?

Eis o original do release:
Even if you have never seen a porn movie in your lifetime, almost everyone in the world knows what the 'Wakka Chikka Wakka Chikka' represents... Each person, upon hearing it, mentally interprets the 'Wakka Chikka Wakka Chikka' in their own way, fueling a range of emotions from lust to disgust. This CD represents 17 individual artists' interpretations of the 'Wakka Chikka Wakka Chikka'; each providing their own unique cultural and geographic spin on the vibe that is "Wakka Chikka Wakka Chikka'. From celebrations of the beauty of intimacy to a cautionary tale of excess, this collection of sound sculptures of the 'Wakka Chikka Wakka Chikka' mystique from around the world will guide you into the heart of all that is 'Wakka Chikka Wakka Chikka'.

So turn the lights down low, light a few candles, put this CD on the stereo and let the magic of the 'Wakka Chikka Wakka Chikka' take you wherever you want to go.

Produced by mr_melvis. Illustration and layout by Jay Beckman. Additional package design by Suzanne Baumann

O passado secreto de Marcos Pasquim.

 


Como era lindo esse rapaz.  Sorridente, bailante, fofo, querido.  Eu sempre achei ele über-hot (exceto com cabelo longo) e competente na canastrice, mas esse clipe me fez vê-lo de um jeito todo diferente.  I CLAP for Marcos Pasquim.

A primeira versão cinematográfica de Alice no País das Maravilhas (1903)

 Dirigido por Cecil Hepworth, esse é a versão mais antiga que se tem registro (atualmente) da estória de Lewis Carroll em película.  Este é um stream LEGAL, a obra está em domínio público, portanto, divirtam-se !!




Uma reflexão a respeito do Big Brother e do Big Brother Celebrity

Big Brother e Big Brother Celebrity: Cristalizar a Formiga; Vagabundar o Cristal (por Pedro Tapajós)

latoyah jackson, mini-me, coolio, tina malone... gente como a gente?

O sistema midiático, de hiper-informação e mega-entretenimento, pode ser visto como uma máquina (no sentido Deleuziano).  Ou seja, como bem aponta o mestre-filósofo temos “fluxos que são cortados”.  Tudo que podemos observar  é capaz de ser visto com o exemplo desse pensamento: desde a novela, estória gigântor, que é cortada em pequenos pedaços chamados capítulos, posteriormente cortados em blocos, que são preenchidos por blocos de vídeo e som chamados anúncios.  Esses anúncios, também cada um em seu bloco-momento, fazem outra máquina funcionar: o fluxo monetário, com suas fluidezes e cortes.  É nesse  meio-ambiente rizomático, onde cada máquina é parte ou engrenagem de outra ainda mais complexa, que indivíduos são reificados (=transformados em objetos, coisificados) para nosso deleite e para o deleite das supermáquinas (empresas, meios de comunicação, detentores de discursos, etc.)

O Big Brother Brasil é uma das transições de fluxo entre o individuo-formiga, nós, os comuns do dia-a-dia e o indivíduo-cristalizado, aquele que deseja estar congelado em frames, ou  em vídeos aprisionado.  Há uma ilusão do capital de que a fama (ou infâmia) gera máquinas de fluxo monetário para aqueles que conseguem se projetar no meio ambiente da mídia e da hiper-comunicação.  A fama, construída cristalizada, é um chamariz para os que não a tem e a desejam.  A fama abre possibilidades de fluxos de caixa e de presenças-vip.  Um rio caudaloso se forma, mas rapidamente se vai, exceto para poucos como Sabrina Sato e Grazi Massafera, que pulam do fluxo z-lebridades para o fluxo  c-lebridades.

Porém há outro fluxo, no caminho oposto da correnteza.  Os Big Brothers Celebrity/VIP/Casa dos Artistas.  Nesse fluxo, a televisão e a onipresença do dispositivo câmera constroem simulações de realidade para descristalizar as imagens associadas a esses famosos fragmentos que freqüentam nossas casas e rádios.  Aqui, se tenta “humanizar “a presença de alguém que sabemos ser humano, mas que nunca passou de um fragmento de duração congelado, para nosso consumo.  É essa a razão pela qual os Celebrity Editions dos Big Brothers existem. Nós, desejantes formigas, precisamos puxar nossos cristais para nós, aquecendo-os.  Há também certa Schadenfreude: os famosos, os cristais perfeitos são tão vagabundos (no sentido de vagar... física, ética e praticamente) quanto nós.  E como deuses do Olimpo, são tão humanos como nós.