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PinkleTank: a soma da idade dos membros da banda = 21

Pinkle é a menina e tem 7 anos de idade.
 Tank, o guitarrista tem 8. O baterista, 6.


Eles são punks~! A banda favorita do philosopop!



não adianta xoxar o folk dos outros se não olhar o nosso







Vejam como o Brasil é um continente em si mesmo... Temos praticamente uma Romênia meets Rwanda todo próprio.  Não sei o que me marca mais... o programa ou o cantor....quiçá tenha sido a canção...

O passado secreto dos Vingadores



Houve uma época em que filmes de super heróis se resumiam aos filmes da DC Comics, lembram? Christopher Reeve como Superman, Michael Keaton (et al.) como Batman, etc.  Essa época foi dura para os heróis da Marvel, que não conseguiam emplacar um filme sequer.  Claro, isso antes do sucesso dos filmes contemporâneos.  Obviamente, um herói tem que se virar, afinal tem que dar de comer para seus sidekicks.  Tocando o nadir da existência humana, os Vingadores produziram esse clip, antes da (re-)fama.  Aqui, ficamos tristes com a magreza do Hulk, a mudança étnica do Thor, a falta de ginga do Capitão América e a gostosura do Hawkeye. Divirtam-se.

O diamante achado nas profundezas do pântano



O philosopop! é um trabalho de amor.  Ele é produto de afeto puro, e do desejo de repartir esse afeto pelo inusitado, pelo diferente, pelo único...e, acima de tudo, pelo sincero com todos que se interessarem.  E portanto é importantíssimo se ter esse recorte afetivo quando da repartição.  O afeto nos leva a buscar, caçar, chafurdar, e descartar muito.  E há vezes em que  nada achamos.   Até que olhamos no pântano mais profundo... respiramos bem e mergulhamos.

Foi nesse jogo da apnéia que encontrei, bem, .... isso aqui.  É tão, mas TÃO, errado que dá certo.  O som é um funk proto-disco com mensagem social... O visual é pré-Village People, mas com discurso social.  A gata que dança tipo Cherokee é LINDA DE VIVER !!! É tudo tão bizarro...........bem philosopop mesmo. Espero que gostem assim como eu gosto!



Orlando Riva Sound -- Indian Reservation

Wagner Montes e Sol CANTANDO !!! êÊêÊê



O mais lindo nessa apropriação dos instrumentos de produção cultural tecnológicos pelo lumpenproletariado é a inesperada arqueologia da imagem televisiva que surgiu.  Seu maior vetor de operação, com certeza, foi o youtube (talvez um dos mais libertários instrumentos de comunicação da nova-massa).  Há coisas que, de tão efêmeras, irrelevantes, ou microscópicas, passariam incólumes, sem quase fazer uma casquinha sequer na existência-do-arcabouço-pop(ular).  E eis que o youtube, e algum alguém raro, que não só gravou como guardou por tanto tempo esses videos, fazem ressurgir imagens esquecidas.  São memórias que não existiam, e agora passam a existir.  É L-I-N-D-O isso.

Eis Wagner Montes. Eis Sol. Eis o que se passa na minha cabeça ao ver isso.

o camisão parece estar na moda, assim como o macacão-capri.  Na cabeça as moças usam gaze.  As macacas de auditório enlouquecem com a mala pendente de wagão da perna de pau. sol é uma sub-shoosha de trinados agudíssimos. já notamos a pancinha de Wagão, mas não conseguimos tirar os olhos do pintão amarelinho na plateia.  e mais ombreiras, e terninhos, e camisões. diaxo de moda horrenda.  as she-monkeys agarram wagner, que sai andando com sol. "deixa que eu chuto" o video sem sincronia é melhor aínda. tudo é muito errado. TUDO.  o agudo de sol faz cachorros uivarem. a dancinha das cuquíras poderia ser para um axé e não pra uma música llllllenta.  e a voz do gugu?


Julia Perez: mais macha que MIA, mais doida que Gaga!

A indonésia é um país periférico que se ergue hoje em dia assim como o nosso Brasilzão.  Fomos, assim como eles, colonizados, explorados, massacrados, etc.  Com as novas configurações pós-Guerra Fria e a queda do comunismo, nós experimentamos agora uma entrada da periferia cultural na agenda séria de discussões de eixos de consumo e produção de entretenimento.  Assim como temos o nosso technomelody, os indonésios têm o Dangdut.  



Ao ler essa entrada da Wikipédia sobre o Dangdut, temos a impressão que estamos lendo algo sobre o forró ou o technomelody, sintam:

O Dangdut é um gênero de música popular da Indonésia, que é parcialmente derivada da música malaia, árabe e  Hindustani. Ela se desenvolveu nos anos 1960 e 1970 entre os jovens da classe operária muçulmana em Java, mas no início na década de 1990 chegou a uma ampla gama na classe mais baixa indonésia, Maláia e do sul das Filipinas.

A banda de Dangdut normalmente consiste em um vocalista, masculino ou feminino, apoiados por quatro a oito músicos. Os instrumentos geralmente incluem uma tabla, bandolim, guitarra, e sintetizadores. O termo foi ampliado a partir da música do deserto,e é um estilo para abraçar outros estilos musicais. O Dangdut moderno incorpora influências da música pop oriental, do ocidental rock, house music,  hip-hop, R & B contemporâneo e reggae.

A maior expoente desse estilo, no momento, é Julia Perez.  Seu som é muito parecido com o da banda AR-15, lá do Pará, e ela é muito atacada por conservadores muçulmanos (que fazem campanhas fortíssimas contra ela).  Entretanto, o seu estilo de Dangdut electro-gretchen faz um enorme sucesso, junto com as dancinhas sexy e roupas ridículas à lá gaga.



We heart Julia Perez.  Nós amamos sua coragem, sua sexyness, sua luta pela libertação da mulher.   Amamos sua voz pequena, e amamos o fato dela vulgarizar um estilo quase caipira.  Amamos ela ser uma mulher pop forte que não tem medo de ser quem é, jovem e moderna, na discussão pop mundial.

Parchis: o módulo primário da turma do balão mágico



É incrível como o tropo Capitão Planeta em 5 pode aparecer nos mais diversos campos.  No caso em discussão conseguimos perceber o módulo Change/Flashman -- a chromia -- como construtora de identidades transitórias.

Vermelho é o gay lindo cheio de malemolência.  Um sonho para qualquer amante-de-efebos. AND HE KNOWS IT.  Vejam como ele tem domínio de câmera e palco.  Ele é lindo, e tira partido disso.

Amarela é a caipira desengonçada que no fundo é uma belíssima mulher querendo aflorar.  Vende alegria e uma doce sensualidade.

Verde é claramente a lésbica da galera.  Machinha e simpática, ela coloca ordem no lugar e faz com que a banda consiga ensaiar e cumprir suas tarefas.

Zen e espiritualizado, Branco faz a vez do conciliador suave de conflitos.  Diria-se a alma do grupo, se bandinhas pré-fabricadas em estúdios espanhóis tivessem alma.

Azul é o cara bacana, alegre e engraçado, gente boa, mas com um gravíssimo problema de vício em apostar.   Perderá o dinheiro da banda toda, acelerando o fim de tudo.

Marcelão, o isqueirão ... nosso querido Nego Moçambique !!


O Marcelão era baixista e vocalista do Oz. Um dia, sob condições óptimas de pressão e temperatura,  ele escutou Test Four do Sweet Exorcist.  Ele foi meio Superchocoboy.  Ele é UM GRANDE MÚSICO.  Ele tem a sorte de ser bem amado.  A música dele é wow. Ele é WoW. Nós, do philosopop, somos fãs!





As pepitas do Globo de Ouro !




São seis pepitas; são seis lindas pedras de ouro encontradas na mina de MPB chamada Globo de Ouro, um programa que ia do crasso ao psicodélico! Seis mulheres sensacionais! Escolhemos seis canções incomuns em vozes preciosas.  Divirtam-se!

Eliana Pittman -- Baile do Municipal



Clara Nunes -- Meu Sapato Já Furou



Fafá de Belém -- Filho da Bahia



Elizângela -- Pertinho de Você


1956 - Música Pop Alemã.....(oriental)

 Die Nacht ist viel zu schoen

Deliciem-se com a incrível canção de Baerbel Wachholz and Helga Brauer

(creative commons, popular domain) Fernsehen der DDR

 

Show raro do Smashing Pumpkins (1993)

 

Smashing Pumpkins @ Pukkelpop Festival - 1993-08-28 (August 28, 1993)

set list --> 01. Rocket 02. Quiet 03. Today 04. Siva 05. Disarm 06. Geek U.S.A. 07. Soma 08. I Am One 09. Cherub Rock 10. Silverfuck




source:http://www.archive.org/details/tsp1993-08-28.shn

gravações dos anos 1920 remasterizadas!! VCS VÃO PASSAR !!!



se vc gosta de jazz e de música da época do Charleston, prepare-se para perder metade da sua vida a partir desse post aqui do philosopop!  Fuçando, descobrimos um arquivo gigântor de arquivos mp3 remasterizando diversos LP's da época (sim, aqueles 78RPMS de carnaúba e cera de abelha).  A qualidade técnica da remasterização é de cair o queixo.  Divirtam-se.

Link para a página original -->  clique AQUI

Lana Pellay, a Divine que ninguém conhece





Das travas pop, a que brilhou foi Divine, mas Lana Pellay foi outra bem legal e interessante.  Apesar de no campo musical ter se dedicado ao Hi-N-R-G, Lana foi protagonista de um dos filmes mais bizarros e seminais da década de oitenta, "Eat the Rich". Notem a participação do incrível club kid Leigh Bowery no clip.

Folk Pop Armenio -- inesperadamente moderno


Aqui no philosopop! nós temos uma obsessão não muito saudável com o folk pop, categoria pop.  É muito comum vermos (e exportarmos) um tipo de folk-pop, que origina nas músicas populares/popularescas, mas que já foi apopificado em extremo.  Os maiores exemplos brasileiros são o forró universitário e o sertanejo.  Porém aqui nós gostamos do folk pop (notem, sem hífen).   Essa é a música do povão, porém feita de maneira eletrônica e modernizada.  É a sombra do folk-pop pois é o lado que ama ser cafona, exagerado, lumpen, e vulgar.  Amamos a sem-vergonhice.

Acontece que musicalmente temos em geral produtos muito bons, que fora de suas culturas (onde são humilhados) soam e ressoam de maneira bem diferente, entre o odd e o interessante.  Eis um exemplo de um musicaço do folk armênio.  É trip-hop com toques de dubstep, com um batidão pesado, um clima sofisticadíssimo.  É interessante e glamurous como o DJ vasily é na Rússia.  Um philosoclássico!