Postagem número 100: Thabata Mendes -- The Scrotest ! um presente pra vcs!

Feliz 100 Post, Philosopoppeiros queridos e amados!!!
Trago pra vocês o Nadir da civilização brasileira:

 Thabata Mendes -- Tão Frio!


Maravilhem-se com a incrível coloração patê-de-presunto de Ms. Mendes!

Passem com o OHmmmmmmmmmmmmmmmmm de gatta no cio.

Reparem no pé do boy maggya, gatinho da facú , e sua marca de chinelo no sexy-pé.

Percebam que a música é sobre brocha dando tôco em Thabata!!

Fiquem na dúvida do por que o violão ficar de boa no melhor lugar da poltrona.

Angustiem-se com a depressão do gatto de correntinha.

Notem que a barriguinha do dito gatto está sempre por trás de algum bloqueio visual.

E tentem não se matarem de tanto boredom (nível BBB6)!

Mar-Tie -- The Avant-garde Grandpa

Putz Grila..... Tem vezes na vida de quem é um explorador desse mundo/floresta/fungo da informação diagonal como eu em que damos de cara com uma coisa tão absurda, tão bizarra, tão estranha, que nos sentimos premiados.  Tenho certeza que todos que gostam de chafurdar o mundo do que já foi feito, da produção humana já passaram por instantes assim.  Bem, acabei de experimentar/estou experimentando um agora.   E TENHO QUE REPARTIR ISSO COM VOCÊS.  Eu tinha uma linha de tweets no começo da minha aventura no twitter que diziam "eu não insistiria se isso não fosse magnífico."... ISSO será um deles.




Ned Martin Stringham era meu avô. Ele era um avô do jeito clichê. O tipo de homem que você deseja para ser seu avô. Quando criança ele me mimava com presentes e notas de dólar quando minha família ia visitá-lo em Utah. Ele adorava música country e levava avó para dançar Ned Stringham era pai de seis meninas. Ele trabalhou em muitos empregos, mas o seu favorito foi de Coordenador de recreio no Hospital Estadual, em Provo, Utah. Ned me ensinou em uma idade precoce a me referir ao lugar onde ele trabalhou como "Hospital Estadual", e não a "Instituição Mental." Mais tarde na vida, quando eu visitei Ned no Hospital Estadual, eu fui vê-lo não como um empregado do Departamento de Recreação, mas como um paciente na enfermaria geriátrica. Ned era severamente bipolar e quando ele não tomava seu medicamento tornava-se loucamente convencido de que ele não era mais Ned Martin Stringham (avô, marido e pai), mas Mar-Tie, Superstar Country Western. Apesar de não ser aparentemente perturbado fora de sua medicação Mar-Tie era um perigo para si mesmo e aos outros. É por isso que ele estava internado no Hospital do Estado.





Era difícil apreciar a música que ele criou por causa da angústia mental e financeira que essas gravações colocam em minha família. Ele gastou todas as economias de sua vida em bandas que o acompanhavam ao vivo. Ele deixava a minha avó por longos períodos de tempo para gravar sua música. Certa vez ele voltou com uma van nova, convencido de que ele precisava comprar este veículo pois assim sua banda poderia viajar pela América. Uma ou duas semanas mais tarde, a van foi tomada por falta de pagamento. Ele gravou milhares de músicas e tinha caixas e caixas de fitas cassetes com suas músicas e reflexões. No entanto, sua esposa, filhas, netos, e eu mesmo não reconhecíamos nem apreciávamos a estranheza de nosso parente maluco. Quase tudo de sua música foi perdido. Ele armazenava suas fitas cassetes em unidades de armazenamento aleatórios ao longo do Utah. Nunca lembrando de pagar suas contas, as fitas cassetes foram provavelmente vendidos por tostões em leilões dos armazéns. Após a  morte de Mar-Tie, eu recolhi  as poucas fitas que ele tinha em seu quarto e toquei-as para a minha amiga Penny, que tinha um programa na estação de rádio pública KRCL em Salt Lake City. Ela soltou algumas das músicas do Mar-Tie no ar e as pessoas (não muitas, mas algumas) começaram a solicitar outras canções por Mar-Tie. Um ouvinte, Blair Sterrett, que também tinha um programa de rádio (na KWCR / Weber Estados 88.1 FM, em Utah) pediu uma cópia da música  de Mar-Tie . Blair então enviou Mar-Tie para Fodder Otis e é assim que, alguns anos após a morte de Mar-Tie, que ele tornou-se um superstar.




CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE MAR-TIE

A Disney ensina você a cuidar-se contra doenças venéreas !!! (sério)

 







Qual seria o último recurso que você esperaria ver no combate às doenças venéreas? Yes, o pai de Mickey e Donald.  Mas, a realidade é mais philosopop do que a ficção já que temos aqui um bizarríssimo desenho da Disney na quald um general micróbio faz um discurso para suas tropas anti-promiscuidade.  Tudo que você precisa saber sobre safe sex (não) está aqui.




Uma tarefa CLÁSSICA : ignore the obvious (BBUK 11)




 Ao redor dos dias 51 e 52, Big Brother colocou em prática uma das tarefas mais surreais que já foi vista em tanto tempo de programa.  Chamava-se IGNORE THE OBVIOUS e era basicamente isso: ignorar todas as coisas óbvias e absurdas que ocorreriam ao redor dos housemates.  Eram permitidas 88 falhas, mas eles não sabiam desse número.  Essa tarefa foi bolada no Big Brother Australia e já foi feita em várias casas.  Entendam o porquê d'eu achar a maioria das tarefas da casa brasileira fracas. Ah, em tempo, os housemates passaram, mas por um fio já que cometeram 86 falhas.


Assim que Andrew estalou os dedos, a tarefa começou
minha parte favorita, talvez
a tarefa continua, a todo momento algo doido
pobre coryn
pobre pobre coryn 
uma parte agradável para alguns
os turistas japoneses

O TRIO ( fragmento 1): a perfeição passa bem perto daqui





Okay, que O Trio: Reality é o melhor reality show dos últimos 12 meses já se tornou um moot point para nós aqui do philosopop! ( de novo, lembrandeo que essa é a opinião da casa, cada um é livre, etc...) Enfim, um reality show de convivência, feito por uma emissora regional, com temática cultural local, sem grandes homogeneização, apenas apropriação de índices e memes adaptados é no mínimo um objeto para discussões bem interessantes, à lá industria da música no Pará.  Se você não pira com uma prova de 'liderança' de resistência que entra na história dos carnavais baianos, e com tanto JOGO claro e explícito, a sua maneira de ver a máquina Big Brother é muito diferente da nossa.  Aqui, amamos jogo, amamos surrealismo, amamos gente diferente.  O Trio: reality acertou em cheio nos três.


James Dean em uma rara aparição na TV (1953)


Um episódio de  "Armstrong Circle Theatre" de 17 Novembro 1953 chamado "The Bells of Cockaigne", com Gene Lockhart, James Dean e Vaughn Taylor.  Além de tudo, temos James (lindo) Dean sem camisa!!


O TRIO ( fragmento 0)

O intelectual Nicholas Johnson não é muito conhecido aqui por essas bandas, mas criou uma das frases mais corretas do kosmos a respeito da TV: "All television is educational television. The question is: what is it teaching?”  ("Toda televisão é educativa.  A pergunta é: o que ela está ensinando?" )

O Philosopop, munido dessa citação como compasso moral, resolveu fazer uma seqüência de posts dedicados ao mais novo sucesso da televisão mundial, que atende pelo ridiculamente óbvio minimalista nome de O Trio: reality.

O post de hoje começa (durrrrrrr) no início: 

O que nos ensina a abertura do programa?


A abertura do programa nos ensina que a Bahia é uma realidade paralela que mereceria estar no mais estranho episódio da primeira temporada de Além da Imaginação. (Se Além da Imaginação tivesse tomado peyote com capeta e guaraná, tivesse colocado um abadá e partido para pular Carnaval na pipoca atrás do Asa no Circuito Barra-Ondina) Nessa existência baiana, as pessoas moram em caminhões e suas fotos são mostradas do lado de fora.  As pessoas  têm três sexos.  Masculino, Feminino, e o frame do meio do videozinho de morph entre Luiz Caldas e Gilmelândia. Por falare em nomes bizarros, os nomes de lá se parecem muito com os nossos, mas podemos ver que não  estamos realmente na nossa dimensão pois, ao final da vinheta, presenciamos o nome Werles. .Na dimensão onde nós habitamos, essa combinação sonora (u-ér-les) jamais ocorreria em situação de fala em condições normais de pressão e temperatura.  Talvez a mãe dele tenha feito promessa, e o nome seja de alguma divindade local...  Por algum motivo, Ana Célia não porta um sobrenome como os demais... Talvez tenha sido promovida a algum status hierárquico superior e não precise mais da alcunha patriarcal...algo como uma Cher, uma Madonna, uma Gretchen.  Aliás, como seria uma versão de Glétssen nesse estranho mundo paralelo? É melhor nem cogitar, porque poderiamos acaber por invocar C'thulluh e, bem,  não teriamos mais realidade paralela, né? ... Então, continuando nosso primeiro encontro com esse modo peculiar de existir, notamos que são todos muito bonitos, até mesmo o híbrido, da sua maneira digamos ....erm.....quer dizer....umh.........única.  Podemos perceber também que todos se mexem muito. E são muito alegres. E sorriem muito. E são alegres. E são simpáticos  E são tão alegres que nem sentem vergonha de ficarem olhando para uma câmera fazendo essas dancinhas e movimentozinhos durante a gravação. As mulheres.....(e Leo Kret)............ fazem questão de mostrar que são donas de seus cabelos, otherwise eu terei que aventar a hipótese de que o que elas fazem é uma dança, o que me recuso a fazer!  Os rapazes...........(e Leo Kret)........... parecem ter uma tendência para apontar pra câmera. ...........Uma outra diferença gritante entre as dimensões é a propensão deles a enviar beijos a esmo.  Todos distribuem beijos. Muitos beijos. .................................................... Deve ser alguma forma peculiar de comunicação.


Essa seqüência de posts (CLARO QUE NÃO SERÁ SÓ ESSE) é totalmente culpa de @marcellyb no twitter...sigam-na!

FÃ-CLUBE ADRIELE

Que Adele, que nada! O mundo belongs to  



ADRIELE

 


thank you so much, @mirton3 !!

O mundo pertence à DARNA !!!

Darna é uma superheroína Filipina. 

Darna é inacreditável.

Who runs the world? DARNA !! 


AMEM DARNA !!!  

agradeçam ao @mrpanta no twitter; a culpa é dele

1956 - Música Pop Alemã.....(oriental)

 Die Nacht ist viel zu schoen

Deliciem-se com a incrível canção de Baerbel Wachholz and Helga Brauer

(creative commons, popular domain) Fernsehen der DDR